Edit Waypoint

Update waypoint details

Back
A descriptive name for this waypoint
Order in the trip sequence
Type of waypoint (overnight, gas station, etc.)
How you travel to arrive at this waypoint
hours
minutes
Time spent at this waypoint
$
Local fee at this stop (toll, entrance, parking, etc.)

After the coastal days, the character of the journey changes completely. The morning turns inland onto BR-116, the Rodovia Régis Bittencourt, for a long highway run through the Vale do Ribeira and up onto the Paraná plateau. By afternoon, forest and mountains give way to Curitiba, where the day closes with two very different introductions to the city.

The Régis Bittencourt

The morning's drive settles quickly into highway rhythm, fuel taken at Miracatu shortly after joining the Régis Bittencourt. Opened in 1961, the road replaced an older route that ran 113 km longer and was largely unpaved — a leap forward at the time, though for decades one stretch remained notorious: the Serra do Cafezal, a single-lane climb through the mountains between Miracatu and Juquitiba so hazardous it drew calls for reform for years before it was finally rebuilt, opening as a proper divided highway with four tunnels and dozens of bridges only in 2017. The entire route to Curitiba runs on tolled highway, a reflection of how much upgrading a road this important to Brazil's freight network has required over the decades.

The road runs through Juquiá, Cajati, and Barra do Turvo, cutting through the Vale do Ribeira — one of the largest remaining continuous stretches of Mata Atlântica in Brazil. Wildlife crossings built into the modern highway are a quiet reminder of what the road passes through: forested hills, deep valleys, and long stretches where the highway feels nearly swallowed by green.

Después de los días costeros, el viaje adquiere un carácter completamente distinto. Por la mañana se gira hacia el interior por la BR-116, la Rodovia Régis Bittencourt, una larga travesía por la Vale do Ribeira hasta alcanzar la meseta de Paraná. Hacia la tarde, los bosques y montañas ceden paso a Curitiba, donde el día cierra con dos aproximaciones muy diferentes a la ciudad.

La Régis Bittencourt

La mañana de ruta se establece rápidamente en ritmo de autopista; el combustible se carga en Miracatu poco después de incorporarse a la Régis Bittencourt. Abierta en 1961, la carretera sustituyó una ruta anterior 113 km más larga y mayormente sin pavimentar — un avance importante en su momento, aunque durante décadas un tramo resultó particularmente peligroso: la Serra do Cafezal, una subida de carril único por la montaña entre Miracatu y Juquitiba tan arriesgada que generó llamados a su reforma durante años antes de ser finalmente reconstruida. Solo en 2017 se abrió como autopista dividida con cuatro túneles y decenas de puentes. La ruta completa a Curitiba corre sobre autopista de peaje, reflejo de las inversiones enormes que ha requerido modernizar una vía tan crítica para la red de transporte de carga brasileña.

La carretera atraviesa Juquiá, Cajati y Barra do Turvo, cortando la Vale do Ribeira — uno de los tramos más grandes de Mata Atlántica continua que permanecen en Brasil. Los pasos de fauna integrados en la autopista moderna son un recordatorio silencioso del ecosistema que la ruta atraviesa: colinas boscosas, valles profundos, y largas extensiones donde la carretera parece casi devorada por la vegetación.

Após os dias de costa, a viagem muda completamente de caráter. Pela manhã segue-se para o interior pela BR-116, a Rodovia Régis Bittencourt, uma longa travessia pelo Vale do Ribeira até o planalto do Paraná. Ao fim da tarde, florestas e montanhas dão lugar a Curitiba, onde o dia encerra com duas aproximações bem distintas à cidade.

A Régis Bittencourt

A manhã se estabelece em ritmo de rodovia; combustível é abastecido em Miracatu logo após a entrada na Régis Bittencourt. Aberta em 1961, a via substituiu uma rota anterior 113 km mais longa e em grande parte sem pavimentação — um avanço importante à época, embora um trecho se mantivesse particularmente perigoso por décadas: a Serra do Cafezal, uma subida de pista única entre Miracatu e Juquitiba tão arriscada que exigiu reformas antes de ser reconstruída como rodovia dividida, com quatro túneis e dezenas de pontes, apenas em 2017. Todo o trajeto até Curitiba é sobre rodovia com pedágio, reflexo do investimento exigido para modernizar uma via tão crítica ao transporte de carga do país.

A rodovia atravessa Juquiá, Cajati e Barra do Turvo, cortando o Vale do Ribeira — um dos maiores trechos contínuos de Mata Atlântica que restam no Brasil. Passagens de fauna na rodovia são um lembrete silencioso do que ela atravessa: morros florestados, vales profundos e trechos onde a pista parece quase engolida pela vegetação.

Supports Markdown formatting. Content will be shown in the visitor's language.