After lunch , the road climbs the serra to the Parque Memorial Quilombo dos Palmares, a short drive reaching the plateau around 2:00 PM. The park is open daily from 8 AM to 5 PM, with free entry.
The Serra da Barriga, tombado by IPHAN in 1985 and recognised as Mercosul cultural heritage in 2017, is where the Quilombo dos Palmares stood for nearly a century: the largest and most durable free community formed by escaped enslaved people in the Americas. The quilombo emerged around 1597 and at its height sheltered between twenty and thirty thousand people across a territory of roughly 200 square kilometres straddling the Pernambuco-Alagoas border. Its seat — the mocambo called Cerca Real dos Macacos, on this ridge — was defended by palisades, ditches, and steep terrain, and withstood repeated Portuguese colonial and Dutch attacks before it was finally destroyed by the bandeirante Domingos Jorge Velho in 1694. Zumbi, its last great leader, was killed on 20 November 1695 — a date now marked nationally as the Dia da Consciência Negra.
The park reconstructs the quilombo on the actual ground where it stood. The structures are built in pau-a-pique with thatch roofs and beaten earth floors, with inscriptions in Kimbundu and Yoruba, and include the Onjó de Farinha (casa de farinha), the Onjó Cruzambê (campo santo), the Oxile das Ervas (terreiro das ervas), indigenous ocas, and the Muxima de Palmares — described as the heart of the quilombo, where its leaders gathered. Audio points throughout narrate daily life in four languages. Three mirantes — the atalaias named Acaiene, Acaiuba, and Toculo, after the sons of Ganga Zumba — look out over the forested ridge and the cane valleys below. The view from up here, knowing what happened on this ground, is worth the climb alone.
You can drive to the entrance rather than ascending on foot, and there is parking.
Tras el almuerzo, el camino sube la sierra hasta el Parque Memorial Quilombo dos Palmares, a pocos minutos en coche, llegando a la meseta alrededor de las 2:00 PM. El parque abre todos los días de 8 AM a 5 PM y la entrada es gratuita.
La Serra da Barriga, declarada patrimonio por el IPHAN en 1985 y reconocida como patrimonio cultural del Mercosur en 2017, es donde el Quilombo dos Palmares resistió durante casi un siglo: la comunidad libre más grande y duradera formada por personas esclavizadas que escaparon en las Américas. El quilombo surgió alrededor de 1597 y en su apogeo albergó entre veinte y treinta mil personas en un territorio de aproximadamente 200 kilómetros cuadrados que abarcaba la frontera entre Pernambuco y Alagoas. Su sede — el mocambo llamado Cerca Real dos Macacos, en este mismo cerro — fue defendida con empalizadas, fosos y terreno escarpado, y resistió repetidos ataques coloniales portugueses y holandeses antes de ser finalmente destruida por el bandeirante Domingos Jorge Velho en 1694. Zumbi, su último gran líder, fue asesinado el 20 de noviembre de 1695 — fecha que hoy se conmemora en todo Brasil como el Dia da Consciência Negra.
El parque reconstruye el quilombo en el terreno mismo donde estuvo. Las estructuras están construidas en pau-a-pique con techos de paja y suelos de tierra apisonada, con inscripciones en kimbundu y yoruba, e incluyen el Onjó de Farinha (casa de la harina), el Onjó Cruzambê (campo santo), el Oxile das Ervas (terreiro das ervas), ocas indígenas y la Muxima de Palmares — descrita como el corazón del quilombo, donde se reunían sus líderes. Puntos de audio distribuidos por el parque narran la vida cotidiana en cuatro idiomas. Tres miradores — las atalayas llamadas Acaiene, Acaiuba y Toculo, en honor a los hijos de Ganga Zumba — dominan el cerro arbolado y los valles cañeros de abajo. La vista desde aquí, sabiendo lo que ocurrió en esta tierra, vale por sí sola el ascenso.
Se puede llegar en coche hasta la entrada en lugar de subir a pie, y hay estacionamiento.
Após o almoço, a estrada sobe a serra até o Parque Memorial Quilombo dos Palmares, uma curta viagem de carro chegando ao platô por volta das 14h. O parque funciona todos os dias das 8h às 17h, com entrada gratuita.
A Serra da Barriga, tombada pelo IPHAN em 1985 e reconhecida como patrimônio cultural do Mercosul em 2017, é onde o Quilombo dos Palmares resistiu por quase um século: a maior e mais duradoura comunidade livre formada por pessoas escravizadas fugitivas nas Américas. O quilombo surgiu por volta de 1597 e em seu auge abrigou entre vinte e trinta mil pessoas num território de aproximadamente 200 quilômetros quadrados que se estendia pela divisa entre Pernambuco e Alagoas. Sua sede — o mocambo chamado Cerca Real dos Macacos, nesta mesma serra — era defendida por paliçadas, fossos e terreno íngreme, e resistiu a repetidos ataques coloniais portugueses e holandeses antes de ser finalmente destruída pelo bandeirante Domingos Jorge Velho em 1694. Zumbi, seu último grande líder, foi morto em 20 de novembro de 1695 — data hoje celebrada em todo o Brasil como o Dia da Consciência Negra.
O parque reconstrói o quilombo no próprio terreno onde ele existiu. As edificações são feitas em pau-a-pique com cobertura de palha e piso de terra batida, com inscrições em quimbundo e iorubá, e incluem o Onjó de Farinha (casa de farinha), o Onjó Cruzambê (campo santo), o Oxile das Ervas (terreiro das ervas), ocas indígenas e a Muxima de Palmares — descrita como o coração do quilombo, onde seus líderes se reuniam. Pontos de áudio espalhados pelo parque narram o cotidiano do quilombo em quatro idiomas. Três mirantes — as atalaias chamadas Acaiene, Acaiuba e Toculo, em homenagem aos filhos de Ganga Zumba — contemplam a serra arborizada e os vales canavieiros lá embaixo. A vista daqui, sabendo o que aconteceu neste chão, vale sozinha a subida.
É possível chegar de carro até a entrada em vez de subir a pé, e há estacionamento.
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