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The Pantanal Norte

South of the crossing, the SE-204 and SE-100 begin threading through a coastal world that most Brazilians have never seen and few can name. The stretch down toward Ponta dos Mangues is part of the Reserva Biológica Santa Isabel, a protected strip of coastline managed jointly by IBAMA and the Projeto Tamar, which has monitored sea turtle nesting here since 1998. The Reserva is one of the most important nesting sites for the Olive Ridley turtle (Lepidochelys olivacea) on the Brazilian coast, and 53 kilometres of beach within it are patrolled each season to protect tens of thousands of hatchlings. The beach at Ponta dos Mangues itself is wide, white, and almost entirely deserted — no bars, no constructions, no vendors. The headland where the mangroves meet the sea is exactly what the name suggests: an edge-of-the-world feeling, with the river to the north and the ocean to the east and very little else.

The road back along the SE-100 toward Pirambu passes through the Pantanal Sergipano — a coastal wetland system that has been forming for more than 12,000 years across roughly 40 kilometres of low ground between the dunes and the interior. It is nothing like its famous Mato Grosso namesake in scale, but in character it rhymes: flooded plains, mangrove islands, caiman, capybara, and an enormous diversity of birds in the reeds. The landscape shifts constantly — dunes giving way to restinga scrub, restinga opening into lagoons, lagoons narrowing back to palm-lined dirt roads.

El Pantanal Norte

Al sur del cruce, la SE-204 y la SE-100 comienzan a abrirse paso por un mundo costero que la mayoría de los brasileños nunca ha visto ni sabe nombrar. El tramo hacia Ponta dos Mangues forma parte de la Reserva Biológica Santa Isabel, una franja protegida de litoral gestionada conjuntamente por el IBAMA y el Projeto Tamar, que desde 1998 vigila los nidos de tortugas marinas en esta costa. La Reserva es uno de los principales lugares de anidamiento de la tortuga olivácea (Lepidochelys olivacea) en el litoral brasileño, y cada temporada se patrullan 53 kilómetros de playa para proteger decenas de miles de crías. La playa de Ponta dos Mangues es amplia, blanca y casi completamente desierta — sin bares, sin construcciones, sin vendedores ambulantes. El cabo donde los manglares se encuentran con el mar es exactamente lo que sugiere el nombre: una sensación de confín del mundo, con el río al norte y el océano al este y muy poco más.

La vuelta por la SE-100 hacia Pirambu atraviesa el Pantanal Sergipano — un sistema de humedales costeros que lleva formándose más de 12.000 años a lo largo de unos 40 kilómetros de tierras bajas entre las dunas y el interior. No tiene la escala de su famoso homónimo en Mato Grosso, pero en carácter se le parece: llanuras inundadas, islotes de manglar, caimanes, capybaras y una enorme diversidad de aves entre los juncos. El paisaje cambia sin cesar — las dunas ceden paso a la vegetación de restinga, la restinga se abre en lagunas, las lagunas se estrechan de nuevo en caminos de tierra bordeados de palmeras.

O Pantanal Norte

Ao sul da travessia, a SE-204 e a SE-100 começam a se abrir por um mundo costeiro que a maioria dos brasileiros nunca viu e poucos sabem nomear. O trecho até Ponta dos Mangues faz parte da Reserva Biológica Santa Isabel, uma faixa protegida de litoral administrada conjuntamente pelo IBAMA e o Projeto Tamar, que desde 1998 monitora os ninhos de tartarugas marinhas nessa costa. A Reserva é um dos principais sítios de desova da tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) no litoral brasileiro, e a cada temporada são patrulhados 53 quilômetros de praia para proteger dezenas de milhares de filhotes. A praia de Ponta dos Mangues é larga, branca e quase completamente deserta — sem bares, sem construções, sem vendedores. O pontal onde os manguezais se encontram com o mar é exatamente o que o nome sugere: uma sensação de fim do mundo, com o rio ao norte e o oceano a leste e muito pouco mais.

O caminho de volta pela SE-100 em direção a Pirambu passa pelo Pantanal Sergipano — um sistema de zonas úmidas costeiras que vem se formando há mais de 12.000 anos ao longo de cerca de 40 quilômetros de terras baixas entre as dunas e o interior. Não tem a escala do seu famoso homônimo no Mato Grosso, mas no caráter se parecem: planícies alagadas, ilhotas de mangue, jacarés, capivaras e uma enorme diversidade de aves entre os juncos. A paisagem muda sem parar — as dunas cedem lugar à vegetação de restinga, a restinga se abre em lagoas, as lagoas se estreitam de volta em estradas de terra ladeadas de palmeiras.

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