A short walk west along the Avenida Sete de Setembro brings you to the Forte de Santa Maria, the smallest of the three forts that form the defensive triangle of the Barra. Built in the aftermath of the Dutch invasion of 1624 — the Dutch took Salvador in May of that year and held it for a year before a combined Spanish-Portuguese fleet retook the city — the fort was reconstructed in its current heptagonal form between 1694 and 1702. It sits at the far end of the Praia do Porto da Barra, the most sheltered and swimmable beach in the city, with calm turquoise water ringed by the fort's stone curtain walls. The fort now houses the Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana, a permanent exhibition of photographs of Bahia — some 5,000 images spanning six thematic axes including Afro-Brazilian religious culture and everyday life — with rotating temporary shows alongside.
Un corto paseo hacia el oeste por la Avenida Sete de Setembro lleva hasta el Forte de Santa Maria, el menor de los tres fuertes que forman el triángulo defensivo de la Barra. Construido a raíz de la invasión holandesa de 1624 — los holandeses tomaron Salvador en mayo de ese año y lo mantuvieron durante un año antes de que una flota hispano-portuguesa retomara la ciudad — el fuerte fue reconstruido en su forma heptagonal actual entre 1694 y 1702. Se sitúa en el extremo de la Praia do Porto da Barra, la playa más resguardada y apta para el baño de la ciudad, con aguas tranquilas y turquesas enmarcadas por los muros de piedra del fuerte. El fuerte alberga actualmente el Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana, una exposición permanente de fotografías de Bahía — unas 5.000 imágenes distribuidas en seis ejes temáticos, entre ellos la cultura religiosa afrobrasileña y la vida cotidiana — con muestras temporales rotativas.
Uma curta caminhada para o oeste pela Avenida Sete de Setembro leva ao Forte de Santa Maria, o menor dos três fortes que formam o triângulo defensivo da Barra. Construído na esteira da invasão holandesa de 1624 — os holandeses tomaram Salvador em maio daquele ano e a mantiveram por um ano antes de uma frota luso-espanhola retomar a cidade — o forte foi reconstruído em sua forma heptagonal atual entre 1694 e 1702. Situa-se na extremidade da Praia do Porto da Barra, a praia mais abrigada e propícia ao banho da cidade, com água calma e turquesa emoldurada pelas muralhas de pedra do forte. O forte abriga atualmente o Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana, uma exposição permanente de fotografias da Bahia — cerca de 5.000 imagens distribuídas em seis eixos temáticos, incluindo a cultura religiosa afro-brasileira e o cotidiano — com mostras temporárias rotativas.
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